segunda-feira, 30 de maio de 2016

Olá!
De volta!
Passei um tempo enorme trabalhando e sendo feliz, e depois sendo triste... Mas o importante no último ano era estar vivendo. E continuo!
Passei um perrengue emocional do final do ano passado e início desse ano, foi muito difícil, procurei ajuda profissional, e contei com ajuda de amigos, bem pouquinhos, e consolidei uma amizade muito especial, um anjo na minha vida.
Mas, eu consegui com muita oração e palavras, e músicas, e Música, e estudo voltar a mim mesma.
Hoje, estou onde exatamente eu deveria estar. E feliz. Muito feliz!!!!

O processo de resgate de mim mesma foi muito importante, doloroso, mas extremamente necessário. Às vezes pensava que não conseguiria, que a dor não iria embora, e que minha autoconfiança estava soterrada e não teria força para voltar. Mas, estou aprendendo, estou dando espaço para ser quem eu sou. Com tranquilidade, fé e esperança. Sim, esperança. Sou Flor da esperança não é? Não posso desistir. Não vou desistir. Dos planos, dos sonhos, dos desejos, dos meus amores, do meu amor-próprio. Não vou desistir de mim mesma.

Estou de volta! Inteiramente!

"Quiseram nos enterrar, mas não sabiam que éramos sementes"
( Provérbio Chinês)

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Hoje a ideia é semear este blog com pensamentos mais positivos e otimistas, atenuando um pouco o clima mais pesado das últimas postagens.

A felicidade me invade continuamente desde o ínicio do ano, mais precisamente desde uma semana antes do meu aniversário. Revi amizades tão caras, iniciei um curso que há anos eu desejava ardentemente fazer, e aí vieram novas amizades, novos projetos, novos sonhos e velhos sonhos adormecidos, agora despertos!!
É algo indescritível que eleva e alma e os pensamentos para o meu bem e de outros próximos e distantes.
Muita coisa boa ainda vai acontecer, não tenho dúvida, e claro, muito trabalho simultaneamente, mas quem está reclamando?? Graças a Deus, é hora de alçar novos voos, na companhia de antigas e novas amizades, na companhia da boa ansiedade pelo futuro e claro, com a esperança de dias melhores e superação dos desafios que se apresentarem.
"Feliz, e é só o começo!" (Renato Menezes)


domingo, 22 de fevereiro de 2015

Querida,
Semanas atrás (acho que quase um mês não?) sei que você vivia conflitos entre perdas e ganhos com aquele fulano, e agora, pouco mais de duas semanas sem sinal dele. 
E lhe pergunto, como estás se sentindo? Triste, decepcionada, ansiosa? Ou arriscaria dizer: leve, feliz, aliviada, desvinculada? 
Hum, pelo teu silêncio tímido com um sorriso que quer aparecer em seus lábios acredito que a segunda opção. É melhor assim. Pode ser decepcionante, pois o silêncio dele pode ser a constatação de que nada foi importante, inclusive você. Era apenas-mais uma vez-, um interesse passageiro (ok. durou várias meses, mas...). Então, reformulo, um interesse superficial. Mas, vejo agora que a maturidade chegou. Você decidiu 'não se estressar', e assim as coisas foram fluindo, os trabalhos avançando, as amizades verdadeiras fortificando as raízes mais e mais. É isso que importa! Alegria, determinação, autocuidado, amor próprio! Sei que você pode estar dizendo para você mesma que chegou um pouco tarde e que a história entre vocês não deveria nem ter começado. Mas aconteceu. Aceite o fato. Se ele errou, você também. Se você fraquejou, ele também. Mal feito feito, como você diz. Mas, fique tranquila. Não arraste culpa nenhuma. O pior não é tropeçar, mas agarrar-se à pedra, e veja só, você já se libertou! Isso não é maravilhoso??!! Pense bem... 

Aguarde e confie em Deus, e continue a sua vida, com fé e esperança. Tudo há de dar certo. Já está dando não é?

Abraço,

Um amigo 

domingo, 24 de agosto de 2014

Aparece alguém com muitas boas intenções e sentimentos e vem te visitar. Vem e te alegra. Vem e te questiona. Vem e compartilha. Vem e faz graça. Vem e rememora. Vem e aproxima-se. Vem e deseja. Vem e vai... 
Volta para sua vida, para sua rotina, para os seus, para a sua.

Foi-se. Por favor, não volte.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Há muito tempo não tinha um momento com uma casal de amigos (irmãos por sinal), com quem compartilhei alguns anos da minha vida no período escolar e em outros posteriores. O fato é que não estamos mais tão em convivência diária, e ontem tivemos uma oportunidade única de nos rever, e aproveitar uma boa conversa embalados pela visão da baía do guarajá, embora noite sem vento e céu sem estrelas, mas foi certamente algo único.
Sobre o que girou a conversa? Em síntese sobre relacionamentos, maneiras de estar bem consigo mesmo, espiritualiadade, práticas de yoga, vida agitada nas cidades grandes, ou até mesmo nas pequenas, família, amores e desamores.
Havia tempo não ouvia meu amigo falar sobre suas certezas. "Tu te preocupaste tanto em ser minha namorada que esqueceste de ser minha amiga".
"Eu gosto de me cercar de pessoas inteligentes. Inteligente que ajuda, que te ensina, que compartilha, e não arrogante e egoísta".
Falou de suas incertezas sobre o presente mas que almeja a certeza de um futuro melhor para si, para sua família. E claro, torço por ele.
O quanto é uma pessoa forte com suas fraquezas. Fiz um alerta. Cuidado, às vezes a gente precisa de outros, senão a cabeça pira. À beira do patológico, ele disse. A sociedade produz pessoas doentes, numa pseudofelicidade, numa necessidade infinita de aprovação e elogios, de vida perfeita. "Não se dá o direito de ficar triste. Era bem capaz de eu me matar,principalmente por estar morando sozinho, voltar pra casa sem ter ninguém pra conversar. Muito escroto".
Mas, também vi alguém que lutava por si, embora nem sempre com medidas saudáveis como fumar (ainda bem que parou), café em demasia, e estratégias mais saudáveis como cuidar de uma planta, querer um gato, fazer yoga, ter pelo menos um dia livre para não fazer nada, ou fazer programas culturais como ir ao cinema, teatro, música. Ler, cozinhar, cortar todos os ingredientes. Ou simplesmente conversar com quem lhe dá prazer. Tentar não se irritar com facilidade.
E claro, ter um bom humor, com suas piadas e frases desconcertantes que não tem como não rir!
Um amigo que longe me mostra o quanto ele cresceu e o quanto ainda aquele adolescente também inseguro e cheio de certezas. Um brinde á nossa amizade, amigo. Saudades sempre!

segunda-feira, 31 de março de 2014

O mundo dá voltas. Quem nunca ouviu isso, não é mesmo? Pois é, é a pura verdade, tudo o que vai volta. E o pior é quando os erros cometidos lá atrás, talvez por imprudência, ingenuidade, covardia, falta de outras habilidades, em suma, de amadurecimentos, podem retornar para você quando menos espera. Não é fácil. Mas, que bom que o tempo passa e estamos um pouquinho mais preparados ou mais estruturados para lidar com as situações aversivas. Sofrimento, tristeza, decepção, infelizmente isso acontece aos montes, e pior ainda quando vem de pessoas que você confiava e tinha estima e consideração, mas aí, algo acontece e 'bum!', reviravoltas acontecem. A dinâmica muda. Agora torna-se estática. Não é fácil. É mais uma figurinha para coleção. Aliás, para que colecionar dores e mágoas? Elaborar o que aconteceu e acontece é uma coisa, mas viver com aquilo, ou melhor conviver com o que ou com quem te fez mal e, ainda é sentido, é se torturar voluntariamente. Ninguém precisa disso. Não mesmo.
No fim das contas, tem muita gente que não respeita o que você fez, e principalmente quem você é. Isso é conhecimento universal, mas é muito doloroso sentir isso de pessoas que você cultivava respeito e carinho. Dói. Dói muito. As pessoas confundem insensibilidade e egoísmo com a tal da 'autoestima'. "Eu fiz isso porque me respeito, porque eu tenho que me amar primeiro, tenho que fazer por mim". Essas frases acompanhadas de atitudes falsas e mesquinhas, não revelam integridade. O justo não age de forma egoísta, e nem é insensível à dor do outro. É a empatia que falta. Isso me entristece profundamente. 
Mas sabe, a gente aprende a ser forte, a ser resiliente quando amparados por pessoas que te amam, que te entendem, ou se esforçam para isso, que te suportam. E não no sentindo pejorativo, mas que te dão suporte quando precisas. E esses suportes e amparo, vem de diversas formas, amigos, família, músicas, livros, filmes, fé. Cercar-se de um suporte social e ter estratégias de enfrentamento eficazes são de grande ajuda para não se afundar na desesperança e mágoa. Tudo passa. Tenha certeza disso. E penso assim, se sofri, é porque eu sentia algo bom que foi de alguma maneira maculado, ferido, desrespeitado, mas sinceramente, prefiro sentir uma dorzinha do que não sentir nada. Isso sim é que seria a grande miséria. 
Sabe quando a inspiração para escrever aparece? Este é um desses momentos. Acabei de ler o livro "Cartas entre amigos-sobre ganhar e perder". Demorei mais do que o esperado para ler este livro. Praticamente um mês. Isso pra mim é muito tempo. Até pensei que não conseguiria terminá-lo. Mas não por ser ruim, e sim porque em alguns momentos as cartas trocadas traziam relatos de histórias e acontecimentos muito tristes, e ler essas tristezas estava me deixando triste. Mas, hoje, para minha alegria consegui finalizar a leitura, e as últimas cartas trocadas, renovaram e beleza e a esperança que a bela amizade dos dois escritores nos apresenta e presenteia. É assim que deve ser. 

Eu passei um final de semana 'social', como já algum tempo isso não acontecia. Foi muito bom, renovaram em mim aquela vontade de interagir mais, sabe. Algo que tenho deixado de lado já algum tempo. Ando preguiçosa de sair de casa, o tempo também não favorece, muita chuva. Viver uma rotina de livros, cuidado, família e um programa ou outro interessante na TV, filmes, me bastam. Entretanto, renovei em mim que sair de vem em quando ainda vale muito a pena, mesmo que só, e melhor quando em boa companhia. 
A sensação de que não estou 'vivendo', só porque estou mais caseira, não me ocorre, apenas estou vivendo ao meu modo. Não quero pensar que mais adiante possa me arrepender de ter dedicado uns meses para mim, para minhas coisas e prazeres. Acho que de vez em quando, para algumas pessoas, recolher-se faz bem. Colocar pensamentos, sentimentos, projetos, pendências em análise e em resolução. Aos poucos os anseios e decepções vão tomando proporções menores, enquanto projetos e sabedoria vão tomando mais espaço. Não é automático, é preciso pensar o necessário a cada um deles, para não viver em função de uma amargura ou de uma alegria apenas. A vida é muito curta para termos uma meta só. Uma meta de cada vez talvez, mas uma meta só é muita pequenez. Talvez uma meta que atinjam outras, aí pode ser. 

Eu acredito que as coisas podem melhorar. Como percebe-se eu sou esperança. E é assim que gosto de encarar as coisas. Não de forma sonhadora e utópica, sei da realidade, mas a esperança em dias melhores me elevam a alma e acalma meu coração. E isso é muito importante para alguém ansiosa. Estou aprendendo a me despir da ansiedade prejudicial, e ficar com aquela que me move e me faz agir. Assim é melhor.
Não pretendo ser melhor que outros, mas apenas viver o melhor de mim. E nem sempre sabemos o quanto somo capazes disso. Se alguém tem que acreditar nisso, é você mesmo. Eu mesma. E assim, as coisas caminham. Você caminha e faz acontecer. Reclusão é bom, mas caminhar lá fora não faz mal, basta selecionar para receber o que de bom acontece, e semear em outros caminhos. 

sábado, 12 de outubro de 2013

Eu tenho acessado bem pouco este blog. Eu lembro dele geralmente quando estou com alguma ideia pra escrever, e quase sempre isso ocorre antes de eu dormir. Daí, a preguiça vence e meus textos mentais se esvaem...

Então, voltando ao assunto, resolvi entrar hoje pra despejar algumas palavras que estão presas em meus pensamentos há uns dias. 

Eu queria saber o que faz as pessoas  se incomodarem com a vida do outro, e fazer certos comentários totalmente desnecessários. Mais uma vez isso aconteceu comigo, quero dizer, fizeram um comentário me comparando com a situação de outra pessoa. Tipo, eu sei que não foi um comentário maldoso, mas creio que devemos medir nossas palavras e comentários em diversas situações, ninguém sabe realmente o que se passa com o outro se o mesmo não demonstrar, a menos que você conheça muito, muito bem para poder pelo menos ter uma ideia de como o outro pode realmente estar se sentindo. Aquela pessoa não tem culpa pelo comentário que fez ao meu respeito, eu a perdoo, mas mexeu comigo. Negativamente.

Às vezes nos encontramos em certas situações e não conseguimos sair dela, mas não por nossa culpa. Eu sei que sempre somos responsáveis por muita coisa que nos acontece, mas tem coisas que não depende da gente. Então, para os outros, parece que 'escolhemos' permanecer em certos cenários por livres e espontânea vontade, mas isso não é verdade. Os outros, às vezes, até próximos de ti, não fazem ideia do quanto você gostaria de cruzar a linha da fronteira, explorar outras vivências, mas isso não acontece. Simplesmente não acontece. E você com toda sua 'força' interior, exterioriza que está tudo bem, mas outras pessoas não tem noção de que mais uma batalha foi travada e não foi vencida. Daí, acham que você não faz nada por você e que 'estar na mesma' é uma opção pensada.

Não é sempre assim. Existe muito mais no fundo do mar.

Pense bem antes de fazer determinado comentário. Nunca se sabe de que forma pode atingir a pessoa que o ouve.