Quando alguém pergunta "tudo bem?", podes até responder "tudo" com um meio sorriso. Mas o teu corpo te trai. Os olhos são pesados, a postura é cansada, o gestual é tímido, contido, como se, caso alguém te abraçasse, serias capaz de chorar todas as mágoas que te atormentam. Haja autocontrole. Haja força. Haja fraqueza. Haja orgulho. Haja paciência!"Chama-se penseira, às vezes eu acho, e tenho certeza de que você conhece a sensação, que simplesmente há pensamentos e lembranças demais enchendo minha cabeça" (Alvo Dumbledore, em Harry Potter e o Cálice de Fogo). Este blog é a minha Penseira e tal como, Alvo Dumbledore, utilizo para colocar lembranças e pensamentos a serem refletidos ou guardados.
domingo, 15 de abril de 2012
Quando alguém pergunta "tudo bem?", podes até responder "tudo" com um meio sorriso. Mas o teu corpo te trai. Os olhos são pesados, a postura é cansada, o gestual é tímido, contido, como se, caso alguém te abraçasse, serias capaz de chorar todas as mágoas que te atormentam. Haja autocontrole. Haja força. Haja fraqueza. Haja orgulho. Haja paciência!sábado, 3 de setembro de 2011
Ter visto o programa "Roda viva" e sendo o entrevistado um filósofo de peso, me fez ficar refletindo muito mais...E lembro de um professor de Gestalt que dizia, 'parece que todos tem medo aqui de se polarizar', durante a apresentação da turma para ele conhecer. Todos rimos, é verdade. Ele, enquanto representação de uma corrente da psicologia em que fala de dinamismo, do risco da polarização do 'jeito de ser', certamente foi um dos fatores para praticamente todos, se não me falhe a memória, se apresentarem com suas características positivas e seus 'mas' correspondentes, para não parecerem ser pessoas inflexíveis, prontas e acabadas. Mas, uma coisa que aprendi, e acho legal isso, que o ser humano 'é' em situação. E, penso que seja assim. A situação que nos rodeia e nossa história de vida vai nos direcionar para determinadas ações, e muitas vezes, nos surpreendemos com algumas coisas que falamos ou fazemos. Causa espanto! Quem aqui já não sentiu isso ou ouviu alguém falar isso "não sei onde arranjei coragem", " como pude fazer aquilo" , " nem parecia eu". E o eu é, em situação. E por isso, o professor completava: " Então, nós não somos tal coisa, nós estamos."
Tem certas coisas que a gente fala ou comenta sobre a vida do outro e nunca se sabe que dimensão aquele comentário pode tomar na vida de alguém. É preciso ter cuidado, não é?
O fato é que a gente vai vivendo e se dando conta de quem se é, aos poucos, ou imediatemente, ou, para alguns, esse dia nunca chegue, e continuar vivendo em fantasias e ignorando que outros caminhos o seu 'eu' poderia tomar. Sabemos que existem pessoas assim, que procuram se encontrar em caminhos sem saídas e é lamentável que não queiram e não tenham apoio necessário para tomar outro rumo...
Não tenho pretensão de filosofar aqui baseada em todos os literatos que versam sobre quem é você, ai de mim, apenas devaneando e cumprindo o que esse espaço me fornece. Guardar pensamentos e de certa forma, acalmar minhas atividades pensantes.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
sábado, 8 de maio de 2010

segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Bicho-papão do mundo de Harry Potter em transformação. Para o mundo bruxo de Rowlling, o bicho-papão se transforma no nosso medo. Para combater um bicho-papão, deve-se pensá-lo em uma situação que ridicularize o medo e dizer a palavra Ridikulus.
Sentir medo é normal. É da espécie, é um instinto de sobrevivência, que sem dúvida se existe até hoje, é porque teve e tem sua função.
Harry Potter e o sábio Chapéu Seletor sensível às caraminholas da cabeça de muitos alunos hogwartianos Caraminholas na cabeça?
O que fazer quando as idéias parecem não fazer sentido?
Quando existem confusões mil?
Quando se sente muito e não se sente nada?
Quando se sente seguro e ao mesmo tempo tão incerto?
Ao mesmo tempo vivo e ao mesmo tempo morto?
Quando se está em companhia, mas sente-se sozinho?
E então, quando tudo parece melhorar...como um tapa, as palavras lhe tocam a face, não ríspidas, mas descomprometidas...
Um paradoxo total...
...
Pensar é bom, analisar, refletir...mas o tempo todo, todo o tempo, que atrapalha a dinâmica do dia-a-dia, que tira o sono, enfim...já pode ser um fator negativo, ainda mais se desses pensamentos não sai uma ação concreta. Aí é muito pior.
O que fazer com as caraminholas conseqüentes e frequentes?
Nem sempre teremos um chapéu seletor que nos ajuda a descobrir as respostas para nossos pensamentos...ou uma penseira pra ordenar os pensamentos intensos...
Eu mesma não tenho uma resposta. Depende muito. Mas, que tal deixar de molho e ver o que acontece? Se for pra aceitar um fato que não há como mudar, aceite-o, ou pelo menos aprenda a conviver com ele.
É um esforço diário. Pensamentos nos invadem sem pedir licença. Esteja atento, acolha-os, reflita, ou se não há mais o que pensar sobre, que tal uma saída para algo diferente?
Eu tenho a minha. E você?
Não se permita a uma tortura mental por você mesmo.
Pense nisso, se não for muito incômodo.
sábado, 26 de setembro de 2009

Imaginar é uma coisa, vivenciar é outra.
Eis uma frase ocorrida em uma conversa. A necessidade de vivenciar as situações é tão intensa que não se sabe por onde começar a caminhar. E as dúvidas vão surgindo, ou não, age-se por impulso.
Existem situações, muitas delas em que "saber, é melhor do que imaginar",como diria a Grey, e disso, temos que admitir que na vida, as experiências podem valer bem mais do que imaginar o que nunca se viveu.
Não sei...tantas coisas que às vezes preferimos não passar, falo disso em relação a coisas catastróficas, e daí imaginem o que quiserem. Mas, o fato é que viver de dúvidas talvez seja uma grande tortura pra vida toda.
Saber vivendo, imaginar sendo...Repetir as doses se necessário...e evitar outras se sábio, aproximar-se devagar...ou mergulhar por inteiro...
Tantas as opções!
Aprecie então, com moderação, se seu seguro ainda está em formatação.
domingo, 13 de setembro de 2009
Só ou acompanhado?quinta-feira, 21 de maio de 2009
Liguei então para sua casa, já estava dormindo. Ok. Para variar fui ver meus contatos virtuais e o que vejo: um singelo elogio, um reconhecimento, uma sugestão e um pedido discreto, quase um lamento: Escreva-me algo.
E eu me pergunto, o que te moveu à me fazer esse pedido? Apenas por gostar do que escrevo, por se identificar? Hum. Sim, diria ser essa uma resposta inicial, e olhando teu espaço, lendo aquela letra de música, penso no turbilhão de motivos omitidos nesse teu pedido, como ouvia em uma saudosa disciplina "o que há por detrás do discurso?"...
É, privilégio meu receber mais esse espaço, e honra minha conhecer-te e saber um pouco do que te moveu. É claro, foi um pedido vago. Escrever sobre o que? Paro, penso, olho.Então, a nossa convivência no aqui e agora do meu pensamento me trouxe o seguinte.
******




*****

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

domingo, 7 de dezembro de 2008
Obliviate


